segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Algumas noites quando durmo.

          Algumas noites quando durmo sinto você chegar em silêncio. Algumas vezes esqueço que durmo e fico feliz ao te ver. Nessa trama esquisita de ódios forçados que você inventou. Nessa loucura viva que ignoramos dia após dia. E então de pé me entristeço pela velocidade que acaba.
          E então de pé reconheço que te amo de qualquer forma e sempre te amarei ainda que finja muito bem não perceber a tua presença ou sentir o seu cheiro. Ainda que me irrite também o fato de você também fingir... tão bem. Como quando corri sem querer ao seu encontro e você não sorriu ao me ver.


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