Cada cão, um rabo.
Mão que afana, que conforta,
Engana.
Eu disse não,
Eu carreguei a cruz.
Eu quis a luz,
Eu repousei o chão.
Eu não vou lhe desvendar mistérios.
Seus eufemismos sempre iguais.
Me conforte pois,
Nunca mais, nunca mais.
Me conforte pois...
Fugindo, embora,
Esse país afora.
Por fim lutar
Dizem perder; ganhar.
Quem dessa gente lê o manual,
Sentado à sombra vendo o Sol arder.
Jardim do Éden,
Roupas afinal.
Que num espelho não se reconhecer.
Que me matem eternos ideais.
Não me tente mudar demais.
Sempre que eu fingir me importar...
Me conforte pois...
Nenhum comentário:
Postar um comentário