Essa menina jamais direi o nome.
Sei que não a amo, mas ela não vive o presente.
Está sempre olhando pra trás.
O passado também está por vir.
E ela se esconde de si no namorado estúpido, no pai ausente,
na mãe perdida.
Ela caiu de um abismo e se agarrou a uma raiz saliente.
E não soltará mais.
É um pingente, é um pêndulo.
Seus olhos são reflexos da dor, sua voz droga alucinógena.
Seus medos, reais.
Linda escolha assim feita: ela é feliz.
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